Não cabe a nós fazer juízo de valores sobre a situação de nossos clientes

Você Veio ao Lugar Certo!

Se você está enfrentando processos trabalhistas, execuções de dívidas ou fiscais ou simplesmente quer deixar sua herança para quem você bem entender independente da legislação vigente, você está no lugar certo.

Convidamos os leitores a ler o texto "A História do Dinheiro"

A legislação brasileira segue a Civil Law enquanto algumas das nações mais desenvolvidas do mundo seguem a Common Law.

Na common law existe uma figura jurídica chamada Trust. O mais próximo que teríamos disto na Civil Law seria a alienação fiduciária.

Trust é uma entidade legal pela qual o outorgante (settlor), transfere, de forma gratuita, total ou parcialmente a propriedade de seus bens e direitos a um terceiro (trustee), que irá gerir e administra-los em favor de um ou mais beneficiários distribuindo para estes os rendimentos sobre o patrimônio ou o a totalidade dos bens de acordo com as diretrizes do settlor.

Na common law, para que os bens do settlor possam ser penhorados este deve ser condenado em última instancia em seu país natal para ai sim ter alguma chance de ter o patrimônio atingido.

Além disto, o Trust fará a administração e distribuição dos rendimentos de acordo com a vontade do settlor. Portanto, se um individuo resolver deixar todo seu patrimônio para seu cachorro, ele poderá.

Quando iniciado o processo de abertura de conta, inicia-se com uma apólice de seguro e abaixo desta o investidor poderá escolher em uma gama de centenas de fundos de investimentos das mais renomadas gestoras do mundo.

Lá seu patrimônio poderá crescer livre de impostos. Em caso de falecimento do settlor, o valor será pago ao beneficiário escolhido livre de impostos no Brasil. Prêmios de seguros são isentos de impostos no Brasil.

Não obstante, o fato do beneficiário ser escolhido com o settlor ainda em vida isto impede brigas na sucessão além de evitar o ITCMD (imposto de transmissão causa mortis) e honorários advocatícios (normalmente 20% do valor do inventário).

Para um entendimento completo e detalhado consulte nosso E-book:

Case Real

Lembramos que neste caso, trata-se de um investimento no exterior, cotado em moeda forte (USD). Desta forma, devemos tomar como Benchmark não o CDI brasileiro porém a FED Funds Rate (hoje em 1%). Salientamos que está valorização não contabiliza a valorização cambial ocorrida no período. Portanto o ganho percentual em R$ seria ainda maior.

Rendimento entre Janeiro de 2015 e Agosto de 2017 foi de 22%!